O ser humano no centro
do consumo

A agricultura biológica estimula o desenvolvimento económico e social. Incentiva, nomeadamente, ao desenvolvimento rural sustentável, à criação de novos empregos locais e à criação de novas ligações entre os produtores e consumidores graças a uma redução do número de intermediários. O consumo de produtos biológicos mostra assim ser um novo modo de consumir diretamente associado às noções de proximidade e solidariedade.

O ser humano no centro do consumo

A agricultura biológica estimula o desenvolvimento económico e social. Incentiva, nomeadamente, ao desenvolvimento rural sustentável, à criação de novos empregos locais e à criação de novas ligações entre os produtores e consumidores graças a uma redução do número de intermediários. O consumo de produtos biológicos mostra assim ser um novo modo de consumir diretamente associado às noções de proximidade e solidariedade.

O biológico e o desenvolvimento económico local

Ao escolher produtos biológicos, contribui para a criação de empregos sustentáveis e novas atividades na UE. A Agence Bio, a plataforma nacional de informação e concertação sobre o tema, apresenta no seu website dois estudos que foram efetuados em França e no Reino Unido. Indicam que uma estrutura biológica cria 32% de empregos suplementares em comparação com uma exploração equivalente não biológica. As explorações agrícolas biológicas também têm tendência para necessitar de mais pessoas e com maiores qualificações para a gestão das culturas e dos animais.

Com uma impressionante taxa de crescimento anual de cerca de 10%, o mercado europeu dos produtos biológicos oferece oportunidades significativas aos setores biológicos da transformação alimentar, distribuição e comércio retalhista na UE, bem como aos fornecedores de serviços-chave como os veterinários, investigadores e gestores financeiros.

A troca de ideias e o aconselhamento indissociáveis da compra de produtos biológicos

Devido aos recentes escândalos na indústria agroalimentar (vacas loucas ou carne de cavalo), ao aumento das alergias alimentares ou ainda ao avanço da obesidade, o desejo de "comer de forma saudável" está a aumentar e interessamo-nos mais pela proveniência e composição real do que comemos. Os produtos provenientes da agricultura biológica, vendidos em lojas especializadas que privilegiam os circuitos de aprovisionamento curtos, permitem responder a esta necessidade de tranquilização.

Por outro lado, o pessoal das lojas especializadas no biológico está frequentemente mais informado e é conhecedor, pelo que tem maior capacidade para o aconselhar.

Comprar em lojas biológicas revela-se assim uma nova forma de consumir mais humana que responde a uma vontade de encontrar uma ligação e sentido no consumo.